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Não há achados típicos nos exames
laboratoriais de rotina. Algumas das alterações
possíveis são leve aumento da hemossedimentação,
anemia, hipergamaglobulinemia moderada (aumento da taxa
total de anticorpos), níveis elevados do fator
reumatóide e presença de anticorpos anti-nucleares
no soro (anti-centrômero e anti-topoisomerase
I/Scl-70). A microscopia capilar periungueal pode ser
valioso teste nas fases iniciais e para acompanhamento
evolutivo. Além disso, exames do esôfago,
como manometria e cintilografia, são métodos
sensíveis que auxiliam sobremaneira no diagnóstico
do comprometimento gastrointestinal da esclerose sistêmica.
Abaixo vemos fotos de exames de fluorescência
com anticorpos típicos de esclerose sistêmica,
com padrões de FAN ditos centromérico,
Scl-70 e nucleolar.

Centromere
Fibrilarina
Scl-70
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